Você quer vender bem na internet? Então respire fundo e se prepare para esquecer todas as fórmulas e dicas milagrosas que você já escutou/leu por ai. Tenha na cabeça que nada é tão simples como os seus fornecedores de serviços (site, back office, agência de mkt) querem que pense que é, nem tão complicado que não possa ser feito.
O sucesso de um e-commerce depende da resultante de alguns pontos que juntos devem ser tratados como prioridades.
Primeiro, vamos deixar claro que é totalmente diferente iniciar um negócio a partir da internet do que trazer uma loja/rede para o comércio eletrônico.
No primeiro caso, você tem a seu favor o nome já consolidado da sua marca e uma praça já fidelizada. A implantação da loja e seu sucesso tendem a ser muito mais rápidos, pois o e-commerce funcionará como mais uma de suas lojas, e tem a chance de ser a mais rentável delas. Mas quando falamos em lançar uma marca/loja diretamente na internet, temos que ter em mente que você precisará de um estudo de viabilidade/plano de negócios, como em todo negócio offline. As regras não são diferentes e a internet é um mercado como qualquer outro. Tenha na cabeça que você primeiro terá que consolidar sua marca e se mostrar confiável para abocanhar uma parcela desse mercado.
Nesse post falaremos de marcas já existentes no mercado offline. Veja abaixo a lista do que você precisa saber e se preocupar para que seu e-commerce seja vitorioso.
1) Web Analytics - Quem faz campanhas de marketing sem medir o que faz está na verdade jogando seu dinheiro para o "alto" e torcendo pra o resultado ser positivo. Tenha na cabeça que medir todos os números do seu se-commerce é fundamental para seu sucesso. O rastreamento dos dados vai te ensinar qual o comportamento dos clientes no seu site, vai te dizer onde estão os problemas de navegação, os erros e acertos das suas campanhas, e o fundamental para qualquer e-commerce: Sua receita. O cálculo do ROI (retorno sobre o investimento) só é possível quando podemos cruzar os dados de gastos e receita.
Dica: Evite o uso de práticas que dificultam o rastreamento dos dados do seu site. Entre elas estão: Iframes, flashs e mudanças de domínio.
2) Procure uma plataforma de e-commerce realmente boa. Tenha em mente que esse é o mais seguro investimento que você estará fazendo em prol de sua loja. Mudar de plataforma é caro, muito trabalhoso e vai te gerar tanto transtorno que se arrependerá amargamente de não ter contratado uma plataforma melhor. Procure uma empresa que seja o mais flexível possível para alterações de layouts e códigos. Entenda que essa dica é muito importante, pois se você quiser ter um negócio de sucesso, você terá que fazer ajustes e testes de performance constantemente no seu site, e sua plataforma de e-commerce não pode ser um entrave a isso. Se assegure que eles implementarão os códigos de sua ferramenta de Web Analytics nos moldes que você precisa, não nos que eles acham que é o certo.
3) Se preocupe em manter a identidade visual da sua marca na loja online. Contrate uma boa empresa para fazer o design e harmonizar a paleta de cores. Cuidado com a poluição visual, muitas vezes menos é mais. O ideal é que os clientes identifiquem sua marca mesmo sem olhar a logo do site.
Dica: Existe uma "brincadeira" que diz que se a sua mãe achou o site complicado, você deve mudar tudo. Leve a brincadeira a sério, pois o usuário do seu site pode ter de 9 a 90 anos e você tem que pensar o layout de forma que seja elegante, bonito e simples para cada um deles.
4) A fácil navegação é fundamental para uma boa experiência no site. O caminho para a compra tem que ser descomplicado e pequeno. Um erro bastante comum é pedir excessivas informações do cliente na fase de cadastro fazendo com que ele desista da compra.
Diferencial positivo: Considere comprar um domínio https (ambiente seguro) próprio. Muitos clientes mais conservadores se sentem desconfiados quando a url do site muda no momento da compra.
5) Frete e preço competitivo: Inserido num meio de forte concorrência, seu comércio eletrônico deve oferecer diferenciais que funcionem como atrativos. Já foi comprovado que os consumidores no processo de pesquisa de preços, levam em conta o valor do frete como fator decisivo para a escolha.
Dica: Quanto mais formas de pagamento disponíveis melhor, mas tenha cuidado! Sempre dê preferência a um concentrador de pagamentos. Sites que redirecionam o cliente para outras plataformas para finalizar a transação têm índice de confiabilidade menor do que aqueles que encerram a venda no próprio site. Outro problema que o redirecionamento para outro site acarreta é a perda dos dados de rastreamento. Evite isso ao máximo.
6) Antes de pensar em fazer marketing digital pago para divulgar sua loja, invista em SEO (Search Engine Optmization). Você só vai pagar uma vez e vai aparecer nas primeiras colocações da busca orgânica do Google. Investir em SEM (Search Engine Marketing) é essencial, mas se torna imbatível quando aliado a um bom SEO.
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Os itens acima são importantes e você deve ter em mente que gastar dinheiro com eles, é investir no seu negócio e dar passos definitivos no caminho do sucesso!
Ana Cristina Mouzer Lemos Rosa - Especialista em e-commerce e Web Métrics.
@acmlemos
Medir e analisar. Essas duas palavras quando se juntam tornam-se ferramentas poderosas para qualquer empresa.
domingo, 11 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Como medir o ROI em Mídia Social
Com a consolidação dos mecanismos de conversação das Mídias Sociais pelas empresas, nos deparamos com um problema: Como demostrar em números o retorno do investimento feito para melhorar o relacionamento com seus clientes, expandir a sua marca, aumentar suas vendas, etc?
“O problema em tentar determinar o ROI para Mídia Social é que você está tentando colocar as quantidades numéricas em torno de interações humanas e as conversas, que não são quantificáveis.” Jason Falls
As Mídias Sociais incluem: as Redes Sociais online como Orkut, Facebook, LinkedIn, …; blogs; microblogs como Twitter; vídeo como o Youtube; e outras ferramentas online Web 2.0 que possibilitam a conversação. Alguns autores e profissionais usam o termo “mídias sociais” para falar destas ferramentas.
Entretanto para a Mídia Social funcionar, negócios e marcas precisam ser capazes de avaliar o impacto que o uso está causando, seja positivo ou negativo. Medir o retorno das sociais não é impossível, mas é complexo porque muitos elementos que precisam ser avaliados são difíceis de rastrear. Números de pesquisas mostram que até dois anos atrás, 84% dos profissionais que atuavam nessa área simplesmente não mediam o ROI de suas campanhas de Social.
O cálculo do ROI
Como uma fórmula padrão, o cálculo do ROI é muito básico, ROI = (X – Y) / Y, onde X é o valor final e Y é o seu valor inicial. Exemplificando, se você investir R$ 5,00 e receber de volta R$ 20,00, o ROI é (20-5) / 5 = 3 vezes o seu investimento inicial.
No sentido financeiro, o ROI é medido exclusivamente no contexto de Reais (R$) e centavos, no entanto, os princípios podem realmente se aplicar a qualquer tipo de investimento, monetários ou não.
Definindo as metas
Ter metas e linhas de base concretas é fundamental para calcular o retorno sobre o investimento. Então antes de sair medindo e monitorando seus retornos de mídia social, você precisa ter uma idéia clara do que é que você quer realizar.
Depois de ter suas metas definidas, você precisa medir a linha de base antes de iniciar ou alterar a sua estratégia de mídia social. Por exemplo, se seu objetivo é aumentar a menção de sua empresa nas mídias sociais, para medir o ROI de ações tomadas em direção a esse objetivo, você precisa saber onde você está agora. Você não pode avaliar com precisão o ROI, sem uma linha de base.
Embora as métricas ≠ de ROI, métricas web tradicionais, como a contagem de tráfego, número de comentários, seguidores do Twitter, os fãs do Facebook, etc., são um importante componente para o cálculo de ROI.
O truque é não confiar apenas em números, mas para onde os números nos conduzem. Por exemplo, como o aumento de visitantes do site se correlaciona com o aumento das vendas? Existem pessoas que encontram o seu site a partir do Twitter ou do Facebook, em seguida, clicam em suas páginas de produtos ou vão para a seção de comércio eletrônico do seu site? Esse é o tipo de dado que você deve procurar.
Disponibilizando os dados
Depois de ter definido a sua base, você precisa tomar as métricas de suas ferramentas de monitoração e ver como elas se correlacionam com mais vendas, mais retenção de clientes, ou outros objetivos traçados.
Se a sua medição final é de vendas, verifique se elas vieram das suas campanhas de mídia social, por exemplo: olhe para o seu nível de vendas e verifique se aumentou, olhe para o número de referências ao seu site de comércio eletrônico (supondo que você pode controlar esses dados) a partir de seu site ou o Twitter, ou o número de cupons usados que foram dados em uma campanha no Facebook.
Você vê alguma tendência? O tráfego até a sua loja aumentou depois da postagem no Facebook? E sobre o Twitter? O tráfego da loja correlaciona-se com mais vendas quando se avalia os mesmos dados? Será que uma análise de sentimento no Twitter conduz a mais vendas ou mais visitas?
Encontrar tendências e segui-las de volta para seu ponto de origem é a chave para a medição de ROI.
“Por que estamos tentando medir a mídia social como um canal tradicional? A mídia social toca em todas as facetas do negócio e é mais uma extensão da boa ética empresarial.” – Erik Qualman
Três idéias exemplos de medição de ROI em Mídia Social
Você precisa pensar em marketing de mídia social como tendo um efeito cumulativo, como uma campanha tradicional de marca.
Felizmente, com ferramentas como Google Analytics e ferramentas de monitoramento de mídia social como Radian6, você pode medir o progresso que a campanha de marketing de sua empresa está fazendo na mídia social e alinhá-la com os objetivos do funil de marketing.
Aqui estão apenas três idéias rápidas sobre a medição de ROI em mídia social:
1. ROI sobre os custos de apoio ao seu cliente
Seu blog do banco pode ter conteúdo que responde a perguntas de clientes que de outra forma, só poderiam ser respondidas através de uma conversa ao vivo ou telefone que exigiria tempo um funcionário da empresa. Na verdade, você pode postar um artigo especial, que aborda uma questão que foi perguntada várias vezes durante a semana.
2. ROI em obter exposição gratuita na mídia social versus exposição paga
Se você tiver conteúdo que foi visto por 500 clientes em um mês, qual seria o custo equivalente de conseguir a mensagem publicada em um jornal, ou o esforço de mala direta ou ainda de transmissão broadcast (se o conteúdo for de vídeo)?
3. ROI do feedback dos clientes
Marketing em Mídia Social envolve ouvir seu público-alvo para detectar tendências, necessidades e interesses. O feedback que sua empresa recebe em uma campanha de marketing em mídia social deve estar constantemente moldando a marca de sua empresa para criar fidelidade à marca e defensores da marca. Os aspectos de ROI, neste caso, podem incluir o aumento das taxas de retenção de clientes e adiminuição dos custos de aquisição.
Finalizando
Agora, talvez mais do que nunca, os diretores de marketing das empresas estão tendo suas responsabilidades cobradas por melhores resultados. A boa notícia é que os resultados de uma campanha de marketing em mídia social são bem mensuráveis. Só que, devido à diferença inerente da mídia social, o que está sendo medido pode ser diferente do que é medido em algumas das suas métricas tradicionais de marketing.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Novo GA vai exportar relatórios em PDF!
Boa noticia, amigos!
Desde que o Google Analytics 5.0 foi lançado, uma enxurrada de reclamações vem sendo divulgadas em todas as mídias para reinvindicar algumas funcionalidades que haviam sido suprimidas na nova versão.
O Google ouviu nossas preces e vai reincorporar à versão nova do Google Analytics duas das funções mais pedidas: Exportar relatórios em PDF e programar o envio de relatórios por e-mail.
Vejam o link original: http://analytics.blogspot.com/2011/11/email-scheduler-pdf-export-and.html
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
Google apresenta novo relatório de Visualização de Fluxo
Na manhã do dia 19 de outubro, a Google anunciou no evento Web 2.0 Summit, o lançamento do mais novo recurso do Google Analytics, o "Visualization Flow" (Visualização de Fluxo). Uma ferramenta que permite analisar percepções do site de maneira gráfica e, instantaneamente entender como os visitantes atravessam as páginas do seu site.
A nova ferramenta vai permitir entender como os visitantes "caminham" através do seu website. Ele usa imagens intuitivas, juntamente com a capacidade de segmentar os seus visitantes, para fazer uma análise criteriosa mais fácil de ser percebida. Estes relatórios ajudam a entender melhor como otimizar suas páginas de destino, navegação, funis de conversão e muito mais. Eles podem ajudar a explicar o comportamento dos segmentos de visitantes depois de pousar em uma página, e ver onde pode haver semelhanças e diferenças entre os segmentos-chave.
Existem três relatórios incluídos na visualização de fluxo:
- Fluxo de visitas: fornece uma representação gráfica de suas fontes de tráfego, e os caminhos através de seu site que os visitantes seguem.
- Fluxo de Meta: fornece uma representação gráfica dos caminhos que seus visitantes levaram para concluir com êxito uma conversão e onde eles caíram. Este fluxo exige que você já tenha definido metas. Atualmente, apenas as metas de destino URL são suportados.
- Fluxo de navegação: fornece uma representação gráfica dos nós de início / fim , e os caminhos "para" ou "a partir de" seu site que os visitantes seguem. Quando você cria um fluxo de navegação, você tem a opção de identificar uma única página por URL, ou criar um nó que representa um grupo de páginas cujos URLs correspondam a uma condição, por exemplo, todas as páginas cuja URL contém um identificador de determinado produto, como camisas ou jaquetas.
Veja no vídeo:
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sábado, 29 de outubro de 2011
Google Analytics lança versão Premium
A versão paga do Google Analytics já está disponível nos USA, Canadá e Reino Unido.
O que ele vai oferecer de diferente pode ser resumido em quatro itens
principais: um maior poder de processamento (para aguentar o tranco de
sites muito acessados), análise avançada dos dados, suporte 24 horas por
dia, 7 dias por semana e contratos de garantia da coleta, processamento
e relatório de dados. Um projeto piloto do serviço foi criado e
desenvolvido com a ajuda de grandes sites com Gucci, marca famosa de
roupa dos EUA, e eHarmony, conhecido site de encontros americano, mas
apenas agora será disponibilizado para demais empresas.
Apesar de ser um serviço pago, o Google não divulga oficialmente os
preços, mas diz que ele está disponível por uma taxa anual. A página que oferece o serviço exibe
apenas um aviso de “contacte um especialista no Google Analytics
Premium”.
Vejam o original no link abaixo:
http://www.google.com/analytics/premium/
Faça o download no material oficial em pdf:
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O que vamos fazer quando o ROI morrer?
Desde seu surgimento em 1998, os Links Patrocinados e seu modelo de leilão de custo por clique vem crescendo vertiginosamente e hoje é parte fundamental na estratégia de marketing de qualquer empresa. Este modelo foi adaptado a vários outros mercados e hoje pode ser encontrado em Comparadores de Preços, AdNetworks e até mesmo Redes Sociais.
O fato de ser um formato altamente segmentável, otimizável, onde o anunciante paga somente quando o cliente é direcionado ao site, fez com que ele se transformasse em uma referência quando o objetivo é performance, ou seja, venda. A ironia do destino é que o formato mais popular em performance está caminhando a passos largos justamente no sentido contrário, da performance ser cada dia menor para as empresas que não evoluírem.
Explico:
Em um ambiente baseado em leilão, as empresas devem estar dispostas a pagar mais para obter um posicionamento de destaque e ter maiores chances de receber o clique de seu cliente potencial. Desta forma, à medida que aumenta exponencialmente a quantidade de empresas interessadas por anunciar, este custo por clique é inflacionado na mesma proporção, tornando a captação de clientes cada vez mais cara. Por outro lado, a receita é inversamente proporcional. Na medida em que aumentam os concorrentes, a receita será repartida entre mais empresas, e, portanto, o retorno sobre o investimento ficará cada vez mais distante até que nosso famoso ROI, como conhecemos hoje, morrerá.
Este é um caos matematicamente anunciado que as empresas precisam se antecipar a partir de agora se desejam sobreviver nos próximos anos. Aqui ainda vivemos no conforto do crescimento de e-consumidores ser ainda muito maior do que a influência desta inflação publicitária, e por isso, a maioria das empresas que administram razoavelmente bem suas campanhas ainda conseguem um resultado satisfatório.
No entanto, devemos lembrar que como qualquer crescimento, chegará o momento em que ele se estabilizará e as atuais taxas de conversão do e-commerce brasileiro não serão suficientes para sustentar um investimento publicitário cada vez mais caro. Enquanto por aqui nos surpreendemos com taxas de conversão de 3%, nos Estados Unidos é comum falarem de taxas acima de 10%.
A solução para este cenário são as empresas investirem em iniciativas que permitam a elas aproveitar mais os mesmos consumidores, aumentando sua taxa de conversão, recompra e ticket médio.
A taxa de conversão está diretamente ligada a dois fatores básicos: a capacidade de campanhas direcionarem para o site visitantes de alta qualidade, e o site ser intuitivo o suficiente para transformar estes visitantes em clientes. A melhoria na usabilidade do site é, portanto, uma das poucas ações que podem aumentar exponencialmente as vendas em um curto espaço de tempo, com investimento proporcionalmente baixo. Ferramentas de Behavioral Targeting podem ajudar e muito nisso, uma vez que ela permite seu site adaptar-se automaticamente de acordo com o comportamento de seu visitante. Além disso, uma estratégia eficiente de Up e Cross-Selling será capaz de aumentar o Ticket Médio das compras, igualmente importante para sustentação do ROI.
Já a taxa de recompra é a habilidade de transformar clientes esporádicos em recorrentes. Quando isso ocorre, a segunda venda é realizada com um investimento muito menor do que a primeira, tornando-se fundamental na luta por um ROI saudável. Neste sentido, as empresas devem investir em segmentação de sua base e relacionamento através de e-mail marketing para fazer com que estes clientes retornem e comprem novamente. Outra ação bastante eficiente são as campanhas de Remarketing, que permite você direcionar uma peça específica para seu público-alvo de acordo com o comportamento dele em seu site.
E por fim, a análise multicanal dos resultados passa a ser indispensável para as empresas enxergarem como cada ação de marketing está impactando na decisão de compra do consumidor e, com isso fazer um controle preciso de budget e estratégia. Em um ambiente concorrido como a Internet, a análise do ROI, individualmente por canal, fará cada vez menos sentido e poderá gerar uma miopia de resultados que pode ser fatal.
O ROI que está morrendo é este quadradinho, por canal e sem latência, mas ele está dando vida a um ROI muito mais inteligente que vai separar o joio do trigo. As empresas que vão sobreviver são aquelas que se profissionalizarem ao máximo, buscando profissionais e consultorias capazes de ajudá-las a tornarem-se mais eficientes e a enxergar o mundo complexo e dinâmico que é o marketing digital. Isso garantirá não só um futuro saudável, mas um hoje ainda mais lucrativo.
Por Caio Tozzini, Gerente de Atendimento da Cadastra. Texto original do site http://www.adnews.com.br
O fato de ser um formato altamente segmentável, otimizável, onde o anunciante paga somente quando o cliente é direcionado ao site, fez com que ele se transformasse em uma referência quando o objetivo é performance, ou seja, venda. A ironia do destino é que o formato mais popular em performance está caminhando a passos largos justamente no sentido contrário, da performance ser cada dia menor para as empresas que não evoluírem.
Explico:
Em um ambiente baseado em leilão, as empresas devem estar dispostas a pagar mais para obter um posicionamento de destaque e ter maiores chances de receber o clique de seu cliente potencial. Desta forma, à medida que aumenta exponencialmente a quantidade de empresas interessadas por anunciar, este custo por clique é inflacionado na mesma proporção, tornando a captação de clientes cada vez mais cara. Por outro lado, a receita é inversamente proporcional. Na medida em que aumentam os concorrentes, a receita será repartida entre mais empresas, e, portanto, o retorno sobre o investimento ficará cada vez mais distante até que nosso famoso ROI, como conhecemos hoje, morrerá.
Este é um caos matematicamente anunciado que as empresas precisam se antecipar a partir de agora se desejam sobreviver nos próximos anos. Aqui ainda vivemos no conforto do crescimento de e-consumidores ser ainda muito maior do que a influência desta inflação publicitária, e por isso, a maioria das empresas que administram razoavelmente bem suas campanhas ainda conseguem um resultado satisfatório.
No entanto, devemos lembrar que como qualquer crescimento, chegará o momento em que ele se estabilizará e as atuais taxas de conversão do e-commerce brasileiro não serão suficientes para sustentar um investimento publicitário cada vez mais caro. Enquanto por aqui nos surpreendemos com taxas de conversão de 3%, nos Estados Unidos é comum falarem de taxas acima de 10%.
A solução para este cenário são as empresas investirem em iniciativas que permitam a elas aproveitar mais os mesmos consumidores, aumentando sua taxa de conversão, recompra e ticket médio.
A taxa de conversão está diretamente ligada a dois fatores básicos: a capacidade de campanhas direcionarem para o site visitantes de alta qualidade, e o site ser intuitivo o suficiente para transformar estes visitantes em clientes. A melhoria na usabilidade do site é, portanto, uma das poucas ações que podem aumentar exponencialmente as vendas em um curto espaço de tempo, com investimento proporcionalmente baixo. Ferramentas de Behavioral Targeting podem ajudar e muito nisso, uma vez que ela permite seu site adaptar-se automaticamente de acordo com o comportamento de seu visitante. Além disso, uma estratégia eficiente de Up e Cross-Selling será capaz de aumentar o Ticket Médio das compras, igualmente importante para sustentação do ROI.
Já a taxa de recompra é a habilidade de transformar clientes esporádicos em recorrentes. Quando isso ocorre, a segunda venda é realizada com um investimento muito menor do que a primeira, tornando-se fundamental na luta por um ROI saudável. Neste sentido, as empresas devem investir em segmentação de sua base e relacionamento através de e-mail marketing para fazer com que estes clientes retornem e comprem novamente. Outra ação bastante eficiente são as campanhas de Remarketing, que permite você direcionar uma peça específica para seu público-alvo de acordo com o comportamento dele em seu site.
E por fim, a análise multicanal dos resultados passa a ser indispensável para as empresas enxergarem como cada ação de marketing está impactando na decisão de compra do consumidor e, com isso fazer um controle preciso de budget e estratégia. Em um ambiente concorrido como a Internet, a análise do ROI, individualmente por canal, fará cada vez menos sentido e poderá gerar uma miopia de resultados que pode ser fatal.
O ROI que está morrendo é este quadradinho, por canal e sem latência, mas ele está dando vida a um ROI muito mais inteligente que vai separar o joio do trigo. As empresas que vão sobreviver são aquelas que se profissionalizarem ao máximo, buscando profissionais e consultorias capazes de ajudá-las a tornarem-se mais eficientes e a enxergar o mundo complexo e dinâmico que é o marketing digital. Isso garantirá não só um futuro saudável, mas um hoje ainda mais lucrativo.
Por Caio Tozzini, Gerente de Atendimento da Cadastra. Texto original do site http://www.adnews.com.br
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
E-commerce e Google Analytics
Vejam como instalar e acompanhar o comércio eletrônico com o Google Analytics.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Google Analytics - informações básicas
Um passo-a-passo sobre como entender, interpretar e tomar decisões a partir dos dados do Analytics
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
Saiba tudo sobre anúncios no orkut!!
Webner sobre como anúnciar no Orkut.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Google Analytics Multi-Channel Funnels
Agora é oficial pessoal!
O Google Analytics já se prepara para adicionar um novo recurso estupendo ao kit de relatórios avançados.
Chama-se Multi-Channel Funnels (algo como Funis de conversão Multi-canais ou Multi-origens em português livre e claro).
E porque é tão estupendo e importante assim?
Bom, quem trabalha com Web Analytics, sabe que por anos e até hoje em dia vivemos a ditadura do último-clique (em inglês, last click attribution). Trocando em miúdos, quero dizer que, quando se trata de analisar qual origem de tráfego gerou alguma conversão, não importa por onde o usuário tenha passado antes, a última origem imediata é que conta para as ferramentas e metodologias atuais. Mas isso irá mudar!
Bom, antes de continuar, um pequeno aviso se faz importante:
A equipe do Google Analytics nos avisou que este recurso chamado Multi-Channel Funnels está em teste-piloto-restrito (limited pilot). Isto significa que o Google Analytics está testando este recurso e sua utilidade para um pequeno grupo de usuários confiáveis, e ainda não há nenhum plano ou uma data para o lançamento público.
Bom, dito isso, vamos imaginar um cenário de exemplo:
Bom o problema é que no seu relatório de metas, irá aparecer neste caso:
ERRADO!
O banner foi o gerador da demanda, foi tão importante quanto o link patrocinado que agiu como um catalisador no dia seguinte, quando o usuário já sabia o que queria.
É por isso, que o Google Analytics e outras ferramentas de métricas estão se preparando para incluir relatórios avançados de atribuição de campanhas. Percebeu a importância?
Neste caso, é o Google Analytics e seu relatório de Funis de conversão Multi-canais!
O Google Analytics já se prepara para adicionar um novo recurso estupendo ao kit de relatórios avançados.
Chama-se Multi-Channel Funnels (algo como Funis de conversão Multi-canais ou Multi-origens em português livre e claro).
E porque é tão estupendo e importante assim?
Bom, quem trabalha com Web Analytics, sabe que por anos e até hoje em dia vivemos a ditadura do último-clique (em inglês, last click attribution). Trocando em miúdos, quero dizer que, quando se trata de analisar qual origem de tráfego gerou alguma conversão, não importa por onde o usuário tenha passado antes, a última origem imediata é que conta para as ferramentas e metodologias atuais. Mas isso irá mudar!
Bom, antes de continuar, um pequeno aviso se faz importante:
A equipe do Google Analytics nos avisou que este recurso chamado Multi-Channel Funnels está em teste-piloto-restrito (limited pilot). Isto significa que o Google Analytics está testando este recurso e sua utilidade para um pequeno grupo de usuários confiáveis, e ainda não há nenhum plano ou uma data para o lançamento público.
Bom, dito isso, vamos imaginar um cenário de exemplo:
(Como funciona?)
- Um internauta acessa um portal famoso na internet brasileira e clica num banner que leva ao seu site.
- Até aí, ótimo, mas ele não converte nesta primeira visita.
- Ele fica com o produto na cabeça e no dia seguinte pesquisa no Google pelo nome do produto e acaba clicando num link patrocinado do seu site. E voilá, ele começa mais uma visita no site.
- Mas, desta vez, ele se cadastra, ele compra, ou seja, ele converte!
Bom o problema é que no seu relatório de metas, irá aparecer neste caso:
- Origem: Google – Conversão: 100%
- Origem: Banner – Conversão: 0%
ERRADO!
O banner foi o gerador da demanda, foi tão importante quanto o link patrocinado que agiu como um catalisador no dia seguinte, quando o usuário já sabia o que queria.
É por isso, que o Google Analytics e outras ferramentas de métricas estão se preparando para incluir relatórios avançados de atribuição de campanhas. Percebeu a importância?
Neste caso, é o Google Analytics e seu relatório de Funis de conversão Multi-canais!
Preview, review (para sentir um gostinho…)
Separei algumas capturas de tela (vulgo printscreens) para você avaliar como está ficando este relatório:![]() |
| Overview |
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| Assisted Conversions |
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| Top Conversions Paths |
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| Time Lag |
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| Path Length |
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Pageviews, Visits e Visitors - Você sabe a diferença?
Essas são as três principais métricas do Google Analytics. Saiba a diferença entre elas e não tenha mais dificuldades em ler os relatórios do GA.
Pageviews - No Google Analytics, um pageview (visualização de página) é contabilizado toda vez que uma página no seu website carrega.
Por exemplo, se alguém vai até seu site e vê a página A, depois a página B, volta na página A, e sai do seu site, -- o total de pageviews para essa visita é 3.
Visits -- (visita) ou sessão -- é o período de interação entre um web browser (navegador) e um website. Fechando o navegador ou ficando inativo por mais de 30 minutos a vista é encerrada.
Por exemplo, vamos dizer que um visitante está navegando pela loja do Google, e esse site usa o Google Analytics. Ele vai para a segunda página, quando o telefone toca. A ligação dura 31 minutos, e durante esse tempo ele não clica em lugar nenhum do website. Quando desliga o telefone, ele retoma o que tinha parado navegando pelo site. Google Analytics contabilizará isso como uma segunda visita (uma nova sessão).
Visitor --(visitante) é identificado pelo Google Analytics por um cookie que atribui um ID (número identificador) randômico para o usuário, e o combina com o horário da primeira visita do usuário.
A junção do visitor ID mais o horário da primeira visita estabelece um identificador único para cada visita.
Geralmente, a métrica Visitors (visitantes) vão ser menores que as visitas, que por sua vez vão ser menores que os Pageviews (Veja figura).
Na exemplo da figura, 1 visitante visitou o site 2 vezes e gerou um total de 5 pageviews.
Espero que o artigo tenha ajudado. Perguntas ou sugestões são muito bem vindas.
Meu Twitter -- @acmlemos
terça-feira, 29 de março de 2011
Google Analytics 5
Já haviamos contado que o Google está lançando uma nova versão da sua poderosa ferramenta de web analysis, o Google Analytics. Se você quer se antecipar ao lançamento e deseja se candidatar a ser um Beta Tester do novo Google Analytics, Clique aqui e se inscreva! http://bit.ly/eDc2Zz
O Google afirmou que deseja que a nova versão facilitará a obtenção das informações à partir dos dados expostos: "mais fácil e mais rápido para chegar aos dados que você quer." O Google também adicionou um monte de novas funcionalidades ao pacote do Google Analytics.
Veja a apresentação que um Beta Tester (sortudo) fez da nova versão da ferramenta. (Inglês)
O Google afirmou que deseja que a nova versão facilitará a obtenção das informações à partir dos dados expostos: "mais fácil e mais rápido para chegar aos dados que você quer." O Google também adicionou um monte de novas funcionalidades ao pacote do Google Analytics.
Veja a apresentação que um Beta Tester (sortudo) fez da nova versão da ferramenta. (Inglês)
sexta-feira, 25 de março de 2011
A nova Cara do Google Analytics
O Google Analytics está se preparando para lançar, em breve, uma versão completamente nova. Alguns usuários foram escolhidos e já estão vendo um painel (dashboard) totalmente redesenhado. A empresa anunciou a nova versão do Google Analytics em seu Google Analytics User Conference em San Francisco na semana passada. Com base no feedback do usuário, eles planejam racionalizar muito sobre como os dados são retirados do sistema e anunciará novidades nas próximas semanas.
A primeira destas características é uma nova abordagem para a base principal de todas as contas do Google Analytics: o painel. O novo painel personalizável é baseado em widgets selecionados pelo usuário, cada um exibindo uma métrica diferente em um formato diferente.
Isso é ótimo para organizações com necessidades diferentes. Por exemplo, alguém que trabalha exclusivamente com SEO pode ter um painel de instrumentos, enquanto a equipe de Link Patrocinado teriam um painel de custo X receita. Claro que para muitas empresas pequenas esses diversos papéis são desempenhados por um único indivíduo. Nesse caso, esses novos dashboards devem facilitar a vida, mantendo relatórios mais organizado e mais fácil de absorver o conteúdo.
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